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Entrevista com Heidegger

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Hegelianismo - Escola de Tubinga

Baur, Ferdinand Christian (1792-1860) Teólogo protestante liberal, fundador da Escola de Tubinga (Alemanha). Discípulo Hegel, tratou de aplicar no cristianismo e sua história as teorias sobre a evolução da história próprias do seu mestre. O Novo Testamento é dominado por três correntes em luta: a corrente petrina e a paulina, opostas entre si, para terminar na católica. Era a teoria hegeliana da tese, antítese e síntese. Essa mesma teoria, aplicou-a depois no desenvolvimento da doutrina cristã. A obra sobre São Paulo (1845) é um reflexo de todas as suas teorias. Nega a autenticidade da maior parte das cartas de São Paulo, a exceção de Gálatas, 1 e 2 Coríntios e Romanos. Em seu estudo sobre os Evangelhos (1847) Baur os interpreta como uma simples evolução de um processo que começa em Mateus, que representa o partido judaizante, e termina em João, considerado como a evolução e reconciliação final.

A Escola de Tubinga exerceu grande influência sobre filósofos, teólogos e historiadores (Feuerbach, Renan, Strauss).

 

Feuerbach, Ludwig (1804-1872)

Iniciador do chamado "naturalismo humanista" ou "humanismo naturalista" no pen-samento moderno, que preparou o caminho ao materialismo dialético de Marx, Feuerbach fez parte da "esquerda hegeliana", da qual o marxismo tomará os seus postulados básicos. Também pode reivindicar uma nova atualidade no pensamento contemporâneo, principalmente com relação ao existencialismo de esquerda de Sartre e de Camus.

Eis seus dois postulados fundamentais:

1) "O ser enquanto ser é finito", porque sempre está nos limites do tempo e do espaço concretos, e "onde não há limites, nem tempo, nem necessidades, também não há qualidades, energia, spiritus, fogo, nem amor algum". 2) A negação de Deus é o fundamento para a afirmação do homem: "Eu nego a Deus", escreve Feuerbach, isto significa para mim: "Eu nego a negação do homem" (Diccionario de filósofos).

Entre a imensa obra filosófica deste filósofo de vida discreta, que viveu seus últimos anos na miséria, destacamos suas duas obras principais:

A essência do cristianismo (1841), seguida, em 1845, de A essência da religião. Todas as demais obras de caráter filosófico-religioso não são mais do que a ampliação das anteriormente mencionadas. Nessas duas obras expressa a crítica que se deve fazer da religião em geral e do cristianismo em particular, como religião positiva e revelada.

Segundo Feuerbach, no lugar de "Deus" deve-se por e escrever "humano", de forma que a essência divina que se revela na natureza não seja mais do que a sua própria natureza. A natureza, pois, "não é somente o objeto primeiro e originário, senão também o fundo permanente e o fundamental desenvolvimento da religião". A natureza sensível e concreta é a base do real.

Segundo a crítica de Feuerbach, deve-se fazer descer a religião da teologia à natureza e à antropologia. "O ser absoluto, o Deus do homem, é o ser próprio do homem." Em consequência, "não foi Deus quem criou o homem", mas foi o homem que criou Deus com a sua própria imaginação, ao unir a especulação à base de abstrações, em oposição aos sentidos". "Deus é o princípio imaginado ou fantástico da realização total de todas as vontades e desejos humanos." Daqui o princípio: "Como é o teu coração, assim é o teu Deus". Tais como são os desejos dos homens, assim são as suas divindades. Acreditar em Deus é "Criar Deus". A divinização dos homens é o objetivo último da religião.

A crítica ao cristianismo aprofunda a instância antropológica individualista: o cristianismo genuíno é a antítese do paganismo, porque no cristianismo autêntico o indivíduo é somente uma parte do gênero e este se encontra somente na humanidade imediata. A expressão mais clara do gênero e do indivíduo no cristianismo é Cristo: o Deus verdadeiro dos cristãos. Cristo é o modelo, o conceito existente da humanidade, o compêndio de todas as perfeições morais e divinas... "O mistério da Encarnação é o mistério do amor de Deus pelo homem, o mistério do amor de Deus, mas na realidade é o mistério do amor do homem a si próprio..." Esse dogma fundamental do cristianismo expressa, pois, o princípio supremo e último da filosofia, ou seja, a unidade do homem com o homem. Em consequência, e essa é a finalidade de toda a obra de Feuerbach, "o homem é o Deus do cristianismo, e a antropologia é o se-gredo da teologia cristã".

- Feuerbach considera essa humanização de Deus como a missão da Idade Moderna. A gênese de Deus a partir da projeção que o homem faz de si próprio e da sua essência produz neste a alienação, que expropria o homem de sua própria natureza ou substância de ser sensível e a coloca fora dele: em Deus. Ao mesmo tempo produz a servidão: submetimento e veneração a algo estranho erguido contra a realidade sensível e o homem. A verdade é que o homem é um "ser sensitivo" e seu ser abre-se e fecha-se em relação à natureza e à comunidade dos outros homens mediante o amor. Tal é a luta que deve empreender o homem moderno.

Sua importância histórica está ligada à influência decisiva e amplamente reconhecida que a sua obra exerceu na formação do materialismo dialético de Marx. De fato, o jovem Marx reconheceu que Feuerbach "fundou o verdadeiro materialismo e a ciência real, elaborando sua teoria". Por isso, a obra de Feuerbach toma parte da "biblioteca dos clássicos" do marxismo.

A crítica ao cristianismo, tanto de protestantes quanto de católicos, não se fez esperar.

Feuerbach reduzia a religião à filosofia e a teologia à antropologia. "O segredo da teologia está na antropologia" repete com frequência. Sua teoria da religião é puro sensualismo e materialismo, que não acrescenta nada às posições do ateísmo grego ou do Iluminismo francês do séc. XVIII. Todos reconhecem, no entanto, que faz uma análise brilhante do homem, que no plano tático "pode ser útil para a denúncia das falsificações do homem moderno". A qualificação que mais se adapta ao seu pensamento é a de realismo humanista. E é inexato caracterizar o pensamento de Feuerbach unicamente como ateísmo (Diccionario de filósofos).

BIBLIOGRAFIA: Obras completas. Ed. de W. Bolin e F. Jodl, 1903-1911, 10 vols.; reimpressão em 13 vols., 1960-1964; La esencia del cristianismo; La esencia de la religión; Lecciones sobre la esencia de la religión; M. Cabada Cas-tro, El humanismo premarxista de L. Feuerbach, 1975; A. Alessi, L'Ateismo di Feuerbach. Fondamenti metafisici, 1975.

 

Strauss, Friedrich (1808-1874)

Discípulo de Hegel e considerado da "esquerda hegeliana", Strauss dedicou-se a uma crítica radical dos textos bíblicos e tentou, assim como Feuerbach, reduzir o significado da religião a exigências e necessidades humanas: simples antropologia. Seguindo as ideias e orientações de Ferdinand Baur, da escola de Tubinga, publicou em 1835 a Vida de Jesus, obra que logo se fez famosa e suscitou as violentas polêmicas que consumaram a divisão dos discípulos de Hegel. "Essa obra foi a primeira tentativa radical, sistemática e completa de aplicar o conceito hegeliano da religião aos textos bíblicos. O resultado foi reduzir a fé religiosa a um simples mito. O Jesus da tradição é um mito: não pertence à história; é uma ficção produzida pela orientação intelectual de uma determinada sociedade."

O mito é uma ideia metafísica expressa mediante uma imagem, por um espírito contemplativo.

Seu valor não reside no fato narrado, mas na ideia representada. O mito de Jesus foi originado pela ardente espera do Messias e pela personalidade do Jesus histórico. Partindo destes princípios, Strauss leva adiante a análise filosófica e histórica dos textos evangélicos, relegando ao mito e à lenda todo elemento sobrenatural ou, em geral, não fundado sobre o testemunho comprovado e concordante das fontes. A obra quer demonstrar a diferença entre a religião cristã, caracterizada por seus mitos, e a filosofia. No entanto, paradoxalmente, afirmará como conclusão que religião e filosofia são a mesma coisa: a unidade do infinito e do finito, de Deus e do homem. Em consequência, Jesus "não pode ser senão um daqueles indivíduos cósmicos nos quais se realiza a ideia substancial da história. Nele surge, pela primeira vez, a consciência da unidade do divino e do humano, e neste sentido é único e inigualável na história do mundo". "Já temos aqui o homem incomparável", moldado por *Renan, anos mais tarde, e a base da doutrina de Feuerbach.

Suas duas obras completam o pensamento religioso de Strauss: A fé cristã em seu desenvolvimento e em sua luta com a ciência moderna (1841-1842) e A antiga e a nova fé (1872). Na primeira, contrapõe o panteísmo da filosofia moderna ao teísmo da religião cristã. "A história do dogma cristão é a crítica do próprio dogma, já que revela o progressivo triunfo do panteísmo sobre o teísmo, chegando a reconhecer que Deus nada mais é do que o pensamento que age em todos, que os atributos de Deus nada mais são do que as leis da natureza e que o todo é imutável e absoluto refletido nos espíritos finitos desde a eternidade.

Na segunda, faz estas quatro perguntas:

1) Somos ainda cristãos? Responde que não, porque o teísmo já não existe.

2) Temos ainda uma religião? Afirma que sim, desde que por religião se entenda o sentimento de dependência que o homem tem do universo e suas leis.

3) Como entendemos o universo? A resposta a esta terceira pergunta contém sua profissão de materialismo.

4) Como devemos regular nossa vida? A resposta contém sua doutrina moral. O objetivo desta é levar uma vida social ordenada mediante a perfeita realização de nossa humanidade, utilizando para isso o princípio da "simpatia". Termina exaltando o industrialismo moderno e a burguesia.

Ataca o cristianismo que detesta o afã de lucro e de êxito, assim como o socialismo. A poesia, especialmente a de Lessing e a de Goethe, será a educadora do povo, não a Bíblia (Diccionario de filósofos).

BIBLIOGRAFIA: Das Leben Jesu, 1835, 2 vols.

 

Renan, Ernest (1823-1895)

A vida e a obra de Renan podem ser estudadas longe da polêmica e da paixão que suscitaram em seu tempo. O "escândalo Renan" e seu impacto na Igreja da França, e com efeito em toda a Igreja, pode ser explicado desde uma perspectiva da própria pessoa e da época que lhe tocou viver: o séc. XIX. Protagonizou uma das grandes preocupações de seu tempo: o antagonismo entre ciência e religião. Seu pensamento filosófico foi uma curiosa amálgama de positivismo e religiosidade, que terminou em ceticismo.

Depois de sua ruptura com a Igreja em 1845, a obra filológica, histórica e crítica de Renan inspirou-se constantemente num positivismo exaltado. "A ciência e somente a ciência pode dar à humanidade aquilo sem o qual não pode viver, um símbolo e uma lei", escrevia em sua primeira obra O porvir da ciência (1848). Via o fim último da ciência na "organização científica da humanidade". A religião do futuro será "o humanismo, o culto de tudo o que pertence ao homem, a vida inteira santificada e elevada a um valor moral".

De acordo com o positivismo de Comte, o conhecimento positivo da realidade deve ter uma base experimental. Daí que o homem culto não possa acreditar em Deus. "Um ser que não se revela a si mesmo através de nenhuma ação é, para a ciência, um ser inexistente." Na opinião de Renan, o Deus pessoal e transcendente da fé judaico-cristã ficara privado de toda base racional pelo desenvolvimento da ciência. Ficava somente o saber positivo acerca do mundo, obtido por meio das ciências naturais e de investigações históricas e filológicas. A ciência, em seu sentido amplo, substituíra a teologia e a metafísica como ciências de informação sobre a realidade existente. Dada a inverificabilidade do absoluto, Renan deriva para o ceticismo no campo religioso: "Não podemos conhecer o infinito, nem sequer se há ou não infinito, nem tampouco podemos estabelecer se há ou não valores objetivos absolutos".

"A verdade é que podemos atuar como se houvesse valores objetivos e como se existisse um Deus." "A atitude mais lógica do pensador ante a religião - diz - é proceder como se fosse verdadeira. Deve comportar-se como se Deus e a alma existissem. A religião entra assim na esfera de outras muitas hipóteses, como o éter, os fluidos elétrico, luminoso, calórico, nervoso e mesmo o átomo, dos quais sabemos perfeitamente que somente são símbolos, meios cômodos para explicar fenômenos; mas que, não obstante, mantemos".

Essas ideias Renan levou-as ao campo do seu trabalho: o estudo da história, "verdadeira ciência da humanidade". Assim seus primeiros estudos sobre Averróis e o averroísmo (1852) tendem a demonstrar que a ortodoxia religiosa impede, entre os maometanos, a evolução do pensamento científico e filosófico. Sua História das origens do cristianismo, composta de seis volumes, escritos entre 1863-1881, baseia-se inteiramente no pressuposto de que as doutrinas do cristianismo não podem ser valorizadas do ponto de vista do milagre ou do sobrenatural, mas como a manifestação de um ideal moral em perfeito acordo com a paisagem e com as condições materiais em que nasceu. O primeiro volume desta história é sua famosa Vida de Jesus (1963), na qual colocou um importante prólogo em 1866, quando alcançou a 13ª edição. Fiel a seus princípios de rejeitar toda ideia que suponha "mistério", "milagre" ou "intervenção sobrenatural" nos processos religiosos, Renan apresenta em Jesus o "homem incomparável", negando-lhe, porém, a condição de Filho de Deus. "Quaisquer que sejam os fenômenos que se produzam no porvir, ninguém sobrepujará a Jesus. Seu culto se rejuvenescerá incessantemente; sua lenda provocará lágrimas sem conta; seu martírio despertará a ternura nos melhores corações e todos os séculos proclamarão que entre os filhos dos homens não há nenhum nascido que se lhe possa comparar" (palavras finais da Vida de Jesus). "Aquela amálgama confusa de pressentimentos, aquela alternativa de decepções e de esperanças, rejeitadas incessantemente pela odiosa realidade, tiveram seu intérprete no homem incomparável a quem a consciência universal concedeu com justiça o título de Filho de Deus, posto que ele fez dar à religião um passo ao qual não pode e não poderá provavelmente comparar-se a nenhum outro" (Vida de Jesus, c. l).

A obra, como se sabe, foi violentamente atacada pela Igreja de seu tempo. Jesus ficava reduzido a um amável messias, pregador de uma mensagem de suprema moralidade, mas despojado de seu mistério profundo de salvador e verdadeiro Filho de Deus. O cristianismo era apresentado como uma evolução natural dos desejos e ânsias de Israel de perfeição e justiça. Nada mais.

Na mesma linha colocamos sua História do povo de Israel, obra em cinco volumes, sendo que os dois últimos apareceram depois de sua morte (1887-1893). Nela demonstra como se formara entre os profetas uma religião sem dogmas nem cultos. Por isso, "embora o judaísmo desaparecesse, os sonhos de seus profetas se tornariam verdadeiros, de forma que, sem um céu compensatório, a justiça existirá sempre na terra graças a eles".

Temos de dizer, no entanto, que não foi o positivismo nem o ceticismo que mereceram as críticas e os aplausos a Renan. Foi seu estilo: "Essa capacidade de passar de um juízo a outro... essa atitude característica de aparentar saber tudo, e não ficar com nada, que o leva a rir e a duvidar de tudo, e a manter o ceticismo como a posição filosófica mais segura". Teve o segredo de saber levar às massas e aos homens cultos de seu tempo tanto a desmistificação sobrenatural de Cristo e do cristianismo quanto a beleza suprema de sua pessoa e de sua doutrina na história da humanidade. Renan foi uma bandeira que arrastou amigos e inimigos, pois os interesses que representava eram definitivos para ambos.

BIBLIOGRAFIA: Oeuvres complètes de E. Renan, 10 vols. Edição de Henrriette Psichari, 1947; J. Pommier, La pensée religieuse de Renan, 1925; H. W. Wardman, E. Renan:

A critical biography, 1964.

 

 

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Apenas um "batalhão móvel de metáforas, metonímias, antropomorfismos, enfim, uma soma de relações humanas, que foram enfatizadas poética e retoricamente, transpostas, enfeitadas, e que, após longo uso, parecem a um povo sólidas, canônicas e obrigatórias: as verdades são ilusões das quais se esqueceu que o são, metáforas que se tornaram gastas e sem força sensível, moedas que perderam sua efígie e agora só entram em consideração como metal, não mais como moedas." Nietzsche, Sobre verdade..., Obras incompletas, cit., p. 48.

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Eu acreditaria somente num deus que soubesse dançar.

coisas... E, quando vi o meu diabo, achei-o sério, metódico, profundo, solene: era o espírito de peso - através dele caem todas as

Aprendi a caminhar; desde então, deixo-me correr. Aprendi a voar; desde então, não quero que me empurrem, para sair do lugar.

Agora, estou leve; agora, voo; agora, vejo-me debaixo de mim mesmo; agora, um deus dança dentro de mim.

Assim falava Zaratustra. (Assim falava Zaratustra, Primeira Parte, "Do ler e escrever").

NIETZSCHE DEFINE O DIONISÍACO 

um ímpeto à unidade, um remanejamento radical sobre pessoa, cotidiano, sociedade, realidade, sobre o abismo do perecer: o passionalmente doloroso transporte para estados mais escuros, mais plenos, mais oscilantes; o embevecido dizer sim ao caráter global da vida como que, em toda mudança, é igual, de igual potência, de igual ventura; a grande participação panteísta em alegria e sofrimento, que aprova e santifica até mesmo as mais terríveis e problemáticas propriedades da vida; a eterna vontade de geração, de fecundidade, de retorno; o sentimento da unidade da necessidade do criar e do aniquilar. (Fragmento póstumo 14 [14] da primavera de 1888)

"O Dioniso cortado em pedaços é uma promessa de vida: eternamente renascerá e voltará da destruição" (Fragmento póstumo 14 [89] da primavera de 1888).

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